30 de setembro de 2009

Sd.Kfz. 142 Sturmgeschütz III

O Sturmgeschütz III (StuG III) foi um dos veículos blindados mais produzidos pela Alemanha durante a Segunda Guerra Mundial. Ele foi baseado nos chassis do Panzer III e a principel estavam armados com um canhão rápido para apoio da infantaria, foi modificado até que, em 1942, se empregou extensamente como caçador de tanques (Jagd Panzer). Muitas vezes, foi utilizado em companhias de carros de combate, como substituto dos modelos convencionais de torre rotativa. A série de Sturmgeschütz é provavelmente conhecida por sua excelente relação entre preço e rendimento, juntando à confiabilidade e funcionamento silencioso do PzKw III uma peça mais poderosa (Stuk 40 L/48, na série G), uma blindagem superior e uma silhueta muito mais baixa. No final da guerra se haviam construído umas 10.500 unidades. O tanque levava até 4 pessoas. O comprimento chegava a 6,85 metros e sua altura era de 2,16 metros. Seu peso chegava a 23,9 toneladas. A velocidade máxima em estrada era de 40 km/h e em todo o terreno rondava os 25 km/h.



Kit Tamiya 1/48
Ano montagem: 2008
Versão Inverno.

VENDIDO

25 de setembro de 2009

M3 Lee - Capturado

Esse foi o primeiro trabalho de desgaste e envelhecimento que fiz baseado no mestre Miguel Gimenez, na maioria das vezes fazia a pintura e sombreamento e nada mais que isso, aplicava os decais e pronto. Porém após observar as fotos do modelos de Gimenez , mudei todo conseito de montar militaria. Foi um salto para a realidade dos veiculos desgastados, avariado e enferrugados, totalmente novo pra mim.
Como experiência peguei em kit antigo e já iniciado porem deixado de lado.. fiz como se saber direito o resultado essa versão de um veiculo capturado , essa versão Germanica do M3 Lee, que foi cedida a União Soviética no começo da guerra conta a Alemanha devido a falta de carro e tanque de combate. havia sido capturada pelos alemãs.
Pintado todo em branco (Duco MDK) fiz os desgaste no pincel com tinta Vallejo cor cinza escuro,  fiz as marcas aos poucos e vários lados do tanque sempre mudando, tomando cuidado para não os descascados criarem um padrão aliando de marcas. Depois com tinta oléo (uma mistura de vermelho oxido, ocre e sombra natural) fiz as marcas de ferrugem escorrendo dos descascados.







Modelista: Lambert


19 de setembro de 2009

Rede de Camuflagem

Para confeccionar redes de camuflagem para militaria e aviação em geral, existem tecnicas e truques muito fáceis e baratos.

MATERIAIS:
  • Um rolo de gaze para curativo
  • Tinta verde ou marrom para tingir roupa
  • Barbante fino.
Ferve a gaze com a tinta, no mesmo processo como se fôsse uma roupa. Depois de seca, você tem uma rede pronta. Pode depois, fazer manchas de camuflagem com um tom marro claro ou TAN , caso queira que a rede fique tensionada em um diorama ou mesmo no modelo.  Ou a rede tradicional apenas com o tom verde Oliva ou verde escuro..
Quando estiver pronto, enrole a rede em pedaços adequado ao modelo. amarrando com o barbante fino as duas extremidades da gaze para formar um rolinho, depois esse mesmo procedimento só que no meio da nossa rede .. no máximo 4 amarrações.

Se desejar também use uma solução de 50% cola branca e 50% água , para manter ela sempre enrolada ou soltar fiapos.

lambert

18 de setembro de 2009

TADPOLE Mk VI

 alemães cavaram mais trincheiras para frustrar a ação dos novos tanques britânicos Mk.IV, assim, em 1917, a corrida de modificações para melhorar a capacidade de cruzar trincheira começou. A "cauda Tadpole" estendendo a traseira do tanque, por cerca de 9 metros. Estas fugas foram julgados em ambos Mk.IV e tanques Mk.V. Barras de ferro em ângulo de cruz foram fixadas entre as caudas "para melhorar a rigidez." Em uma versão experimental tinha o apoio a uma chapa de aço em que uma frente do escapamento com reforço de argamassa (concreto). Muitos "girinos" foram projetados. conversão iniciais foram realizadas montado as caldas na Inglaterra e depois envidas para a França. Problemas com a conversão não foram superadas até o final da guerra e os "girinos" não foram utilizados na ação.


Tanque Britanico Tadpole Mk.VI Primeira Guerra Mundial (1914/1918) com morteiro.
Fabricante EMHA, escala 1/35

Diorama: Somme, Abril de 1916.

Uma das mais terriveis e violentas batalhas da Primeira Guerra Mundial aconteceu em abril de 1916 na região da França perto do Rio Somme. Para alivia a pressão sobre a tropas francesas na região de Verdam, o exercito Inglês preparou um ataque total contra as tropas Alemãs entricheiradas desde 1914.

O Diorama representa um atraque das tropas especiais de assaulto "Stosstrupp" as defezas inglesas varrida pelo fogo de artilharia alemã. em baixo dos destroços das trincheiras, canhões, e árvores destruidas pelo fogo das explosões, a vanguada dos stossrupp avança para eliminar os soldados que recuam.
Diorama construido em 2005.


Saiba mais

16 de setembro de 2009

A pintura de Camuflagens


As camuflagens devem ser sempre realizadas com tinta fosca, aplicada sobre veículos ou aviões militares. Embora certos documentos possam aconselhar uma pintura semigloss (semibrilhante), convém não esquecer a redução à escala para atenuar ou suprimir os reflexos nos modelos deste género. Nas instruções de modelos bem concebidos encontrará aspectos de conjunto, indicando a delimitação das diferentes cores de camuflagem a empregar, com a referência exata segundo a época e o teatro de operações. Uma documentação autêntica permite verificar a exatidão das indicações dadas e retificar, eventualmente, alguns erros. Poderá também, partindo desta documentação, optar por outra versão que lhe agrade mais ou tenha mais interesse para a sua coleção. As tintas a empregar são geralmente normalizadas, visto que os engenhos militares ou os aviões de cada nacionalidade se caracterizam por um esquema de camuflagem que pressupõe cores especialmente referenciadas. Mas existem muitas exceções, e parece que o exército alemão detém recordes no que respeita à variedade de camuflagens aplicadas no seu material durante a Segunda Grande Guerra. A camuflagem de base de um veículo terrestre ou de um avião era frequente e rapidamente modificadas nas próprias unidades de combate, em função das alterações do teatro de operações ou do clima.

Esquema de camuflagem de Inverno de um JU-87 Stuka da Luftwaffe.
Alguns tipos de camuflagem, em particular os que têm padrões de manchas ou os que têm linhas divisórias entre cores esbatidas, em vez de bem definidas, são geralmente díficeis de realizar; se utilizar um aerógrafo (o instrumento mais prático para estes casos) pode-se tentar, mas só depois de alguns ensaios sobre um resto de plástico ou papelão, tendo especial atenção à distância entre o aerógrafo e o modelo, a regulação da pressão de ar ou de gás, e a abertura do difusor.
Também é possível usar a técnica de masking, ou de "moldes", cortados de diferentes formas em cartolina ou em plástico fino ou fita tipo tamiya ou similar, que se mantêm a alguns milímetros de distância da superfície da pintura; dessa forma, o jato do aerógrafo ou do spray criará manchas de contornos mais ou menos esbatidos consoante a distância entre o modelo, a "máscara" e o ângulo com que se aplicar a tinta. Esses efeitos não poderão ser obtidos com um pincel, mas, mesmo que não disponha de um aerógrafo, há alguns truques que o podem ajudar a obter manchas e esbatidos, com suficiente grau de realismo. Se tiver, por exemplo, um pincel velho, pode voltar a usá-lo, recortando-lhe a ponta, de forma a que a extremidade fique plana; molha-se a ponta com um pouco de tinta, e uma vez eliminado o excesso, passando sobre um resto de plástico, efetuam-se as manchas, apoiando delicadamente a ponta do pincel sobre a superfície do modelo; também poderá, simplesmente, começar por desenhar as linhas exteriores do padrão de camuflagem com um lápis sobre a superfície do modelo. Depois procederá à pintura com o aérografo, seguindo os padrões. Também poderá obter resultados satisfatórios substituindo o pincel por uma seção de esponja, graças à qual será mais fácil realizar não só as manchas, mas também os esbatimentos de separação entre as zonas de cores, como as que muitas vezes se apresentam entre pinturas de partes superiores de asas, inferiores e fuselagens. As redes de camuflagens, muitas vezes tranportadas pelos veículos em operações e dioramas, podem ser feitas com tiras de gaze previamente pintadas com as cores apropriadas e depois de lhe ter sido dada a forma devida.

11 de setembro de 2009

M-16 Gun Motor Carriage, Halftrack

O M16 consiste em um veículo M3 hafttrack ( meia largata) com plataforma para 4 metralhadoras antiaéria M2 HB .50

Kit Tamiya 1/35, pintado com a cor Olive Drab 34087 MDK.
modelo finalizado em 2008.

Modelista: Lambert

DINGO MK I da miniart.

Show de bola. a MINIAT sempre com novidades em militaria 1/35. altamente detalhado e muitos PE.
Essa versão do carro britanico capiturado vem com 3 figuras DAK.


  

9 de setembro de 2009

Humor

Desgaste e danos

Quando reproduzimos um avião não nos podemos esquecer que estas máquinas, como quaisquer outras, são sujeitas a uma utilização intensa, não se mantendo em perfeitas condições, durante muito tempo, mostrando os evidentes sinais de desgaste e envelhecimento resultantes da atividade operacional. Além disso, se o modelo que estamos a montar participou em operações de combate, é natural que a manutenção acelarada, ou os eventuais danos causados pelo inimigo, alterem substancialmente o seu aspecto, de tal maneira que um modelo que reproduza o aparelho à saída da fábrica pareça pouco credível. Assim, uma construção que copie verdadeiramente o modelo real deve ter em conta estes elementos, não se limitando à precisão da montagem ou pintura. A primeira regra a seguir para conferir ao modelo um aspecto real é não exagerar: por exemplo, não devemos esquecer que o ambiente onde opera um avião não é igual àquele em que opera um carro de combate, e que nenhum avião pode ultrapassar um determinado nível de desgaste, a baixo do qual não pode continuar ao serviço. Além disso, é fundamental consultar uma boa documentação a fim de verificar o tipo e as zonas de desgaste característicos de cada avião, evitando assim erros de palmatória como, por exemplo, marcas de ferrugem em zonas de madeira ou tela. O mesmo é válido para as manchas de lama (não aplicável aos modernos aviões a jato ocidentais que só podem operar a partir de pistas asfaltadas ou de cimento), ou de combustível (que devem estar localizadas junto aos tampões de combustível).
Entre os sinais de desgaste mais vulgares, contam-se as falhas de tinta que deixam a descoberto as camadas inferiores ou, mesmo, o metal; essas falhas são particularmente visíveis nos bordos de ataque das asas, dos hélices e dos estabilizadores horizontais e verticais. A camada superficial da pintura também aparece frequentemente desgastada em zonas como a base das asas ou em torno do cockpit, sujeitas ao desgaste contínuo de mecânicos e tripulações. As falhas de tinta podem ser reproduzidas através da técnica do "dry-brush" (molha-se a ponta do pincel num pouco de esmalte prateado brilhante, ou qualquer outra cor escura, remove-se a maioria de tinta do pincel num papel, deixa-se secar durante uns dois minutos, e então, passa-se o pincel suavemente sobre a área a ser pincelada a seco), ou pintando a zona de prateado antes da pintura camuflada. Depois de concluída a pintura, passamos um pouco de lixa fina sobre o prateado para simular o desgaste. A técnica do "dry-brush" também pode ser usada, mas com esmalte branco-mate em vez de prateado, para simular o simples envelhecimento da pintura ou para realçar alguns pormenores, como os rebites ou as porcas das jantes.
As marcas negras produzidas pelos tubos de escape ou pelas armas fixas podem ser reproduzidas com esmalte preto diluído, cada vez mais diluído quanto mais nos afastamos da zona principal. Neste caso, para a obtenção de um bom resultado é particularmente importante utilizar um aérografo. O preto-fosco diluído,  também podem ser usados para reproduzir manchas de óleo ou combustível. Também no que diz respeito a eventuais danos de combate, há que respeitar a regra da moderação, não exagerando: assim, devemo-nos cingir a zonas não vitais do avião (ou não estaríamos a reproduzir um avião, mas sim, uns destroços irreconhecíveis). Os pontos de impato dos projéteis podem ser simulados de forma muito realista com um berbequim de modelista com uma broca esférica: atuando sobre a parte interna da fuselagem na zona desejada (por exemplo, metade de uma fuselagem), furando o plástico de um lado ao outro lado, obtemos um orifício de forma irregular e com bordos que simulam a chapa metálica do revestimento. Um pouco de tinta prateada nos bordos completará a simulação.

As tintas em «spray»

Os sprays são uma alternativa aos pincéis e existem muitos tipos e marcas nas versões mate e brilhante, mas a gama é mais limitada do que as tintas em lata (ou frasco). A sua utilização limita-se geralmente à pintura de grandes superfícies ou a uma série de pequenos pormenores da mesma cor. Encontram-se, todavia, todas as tintas de base nas diferentes marcas, bem como tintas metalizadas (para as carroçarias, por exemplo), alumínio e dourada. Tenha o cuidado de não utilizar tintas em spray de base celulósica, que também existem das mesmas proveniências. Convém também lembrar que as cores dos sprays não se podem misturar. Os sprays apresentam a vantagem de vaporizar a tinta como uma pequena pistola, sem fonte de alimentação exterior e com tinta pronta a usar. A vaporização é muito fina e permite obter excelentes resultados quando aplicada regularmente. A utilização de sprays exige, todavia, algumas precauções. Para que a tinta adira correctamente à superfície do modelo, deve estar limpa e isenta de gorduras, poeira e outros contaminadores. Devido a estes, é importante lavar completamente o modelo com água morna e detergente ou amónia antes de pintar. A água quente pode causar deformação no plástico, tenha assim cuidado com a sua temperatura. Não deverá pintar perto de uma fonte de calor forte e, sobretudo, de uma chama; também não deve trabalhar num aposento insuficientemente ventilado. E faça... por não pintar ao mesmo tempo que o modelo, uma parte da sala de jantar ou da cozinha, pois o jato do spray não é regulável! Pode evitar estes inconvenientes construindo uma pequena cabine de pintura à escala, com uma caixa de papelão na qual colocará o modelo. Antes de começar a pintar, aqueça sempre a lata em água morna antes de a usar. Leia sempre o rótulo para estar certo que não a aquece demasiado. Se a aquecer em excesso, ela pode explodir e pintar a sua sala em vez do modelo - não é o efeito desejado! Ao aquecer a lata, reduz a viscosidade da tinta, ajudando-a a fluir melhor; aumenta também (e significativamente) a pressão do gás, que auxília a pulverização da tinta em partículas mais finas. Um efeito secundário do aumento de temperatura é o solvente evaporar-se mais rapidamente; tenha então atenção e esteja preparado para aproximar mais a lata do modelo e movê-la mais rapidamente, para compensar o aumento do fluxo da tinta. Agite bem o spray para misturar a tinta - uma bola de aço no seu interior facilita a mistura, e nunca deve ficar colada ao fundo da bomba (o que por vezes acontece com as tintas foscas). Para pintar, segure a lata a uma distância de 30 a 40 cm da superfície e assegure-se que o jato do spray está apontado para o modelo; começe a pintar antes do início e acabe só depois do fim do objeto, com um movimento de vai-vém, sem parar, e não insista num ponto, para não provocar escorrimento devido a um excesso de tinta. Trabalhe sempre em camadas finas e sucessivas, deixando secar bem a pintura entre cada aplicação. Terminado o trabalho, limpe a pipeta, invertendo o spray e disparando alguns jatos até que só saia gás, para desentupir os orifícios de pulverização, evitando assim que a tinta os obstrua ao secar.