25 de julho de 2009

Roman Centurion I c. A.C - Pegaso Models







Figura em 90mm da Pegaso models muito linda, a peça representa um Centurião Romano do Século I em combate. Todo pintado em tinta acrílica Vallejo exceto partes metalicas ( Malha, capacete e espada foram em esmalte) . O escudo teve um tratamento especial: Desenhei no Corel Drawn a imagen do escudo romano do século I, usei para impressão em papel couchê 40gr. Depois colei o desenho no escudo com cuidado para não errugar o papel e apos secar apliquei verniz brilhante. Esta escultura hoje esta no gabinete de um cliente.
willivam lambert

VENDIDO

M-12 155mm Gun Motor Carrier 1/35












Um ótimo kit da academy finalizado em 2007 . Interior muito detalhado. Pintado com Olive Drab FS 36088 da MDK na versão by box.
Willivam Lambert


18 de julho de 2009

Noções Básicas

Como começar no hobby?

Para quem deseja iniciar a prática do Plastimodelismo é importante levar em conta alguns aspectos fundamentais.
Inicialmente, é um hobby que demanda algum tempo, habilidade e investimento. Quando um destes elementos não está disponível, o resultado final certamente será prejudicado.

Noções básicas

Objetivos do Plastimodelismo
O objetivo primordial em se ter um hobby é o de utilizar o tempo livre de forma agradável e relaxante. No Plastimodelismo este tempo é também usado de forma construtiva visto que a reprodução de modelos em escala requer bastante criatividade e pesquisa na busca da fidelidade ao elemento original.

Tipos de Modelos:
a - Kits injetados: Os mais comuns no mercado, compostos de peças de poliestireno moldadas através da injeção do material em moldes industrializados.
b - Kits vac-form: Moldados a partir de chapas de poliestireno aquecidas. Requerem um maior trabalho na execução pois as peças precisam ser removidas da placa e preparadas antes de iniciar a montagem propriamente dita.
c - Kits em resina: Moldados em geral em formas de borracha de silicone a partir de matrizes esculpidas. Tem em geral o custo mais elevado e a produção em pequena escala. Muito utilizados para conversões de modelos injetados.
d - Kits multimedia: Combinam duas ou mais das alternativas anteriores, muitas vezes incluindo também peças em metal e são indicados para modelistas mais experientes, pois muitas vêzes requerem também a construção de partes.

A escolha do modelo
Certamente a atração maior por um tema ou outro é a base da escolha, mas elementos tais como a complexidade do kit e a disponibilidade de espaço devem ser levados em conta ao decidir por um ou outro modelo quando se pretende iniciar uma coleção.
Também se deve ter em mente que os primeiros trabalhos certamente não irão atingir um grau de acabamento elevado justamente por este estar diretamente ligado à experiência do modelista, a habilidade adquirida e o instrumental utilizado, não devendo portanto este fator ser desestimulante para a continuidade do hobby.

Instrumentos básicos para a construção de modelos
A maioria dos equipamentos necessários podem ser encontrados dentro de casa servindo à funções diversas. Outros tantos podem ser adquiridos com facilidade com baixo custo no comércio regular. Para os mais específicos as lojas de modelismo podem contribuir com inúmeras opções.
Para a montagem básica de um modelo são necessários:
- Cola para Poliestireno
- Fita adesiva (durex)
- Lixas d’agua (granaturas 320, 400, 600, 1000)
- Lima de metal
- Tesoura
- Pinças pequenas (pontas chatas e finas)
- Massa plástica tipo "putty"
- Tintas e pincéis diversos (largos e finos)

Sugestões para o processo de montagem
- Estude o modelo antes de iniciar qualquer remoção de peças das barras.
- Remova as peças por etapas de montagem procurando ajustá-las antes de proceder a colagem.
- Execute sub-montagens e permita a perfeita cura da cola antes de prosseguir.
- Procure verificar a necessidade de pintura de partes que possam ter seu acesso dificultado na montagem final antes de seguir com sua instalação.
- Observe o alinhamento das partes durante a colagem e ajude a fixação com fita adesiva para minimizar as frestas entre as peças.
- Aplique cola com moderação nas áreas a serem coladas evitando que esta escorra para as superfícies do modelo e as danifique.
- Não utilize cola de poliestireno ou cianoacrilato nas peças transparentes pois o dano pode ser permanente. Para estas utilize cola a base de PVA (cola branca).
- Faça os reparos necessários onde ocorram frestas utilizando massa plástica e após a completa cura desta, realize o acabamento com lixas d’agua.
- Limpe o modelo com detergente e água antes de iniciar a pintura, retirando assim a gordura do manuseio durante a montagem.
- Finalmente, NÃO TENHA PRESSA! Quanto mais tempo gasto na preparação das partes e no processo de montagem, melhor será o resultado de seu trabalho.

Fonte: hobbycraft

14 de julho de 2009

Alexandre o Grande 90mm Pegasus










Um figura magnifica! Ela me foi encomendada em Abril de 2009 para o gabinete de uma amigo.
Figura original da Pegasus , um excelente detalhamento e fino acabamento.
Pintado com tintas acrilicas (Vallejo e Model Master), esmalte (Humbrol e Revell) e automotivas
(MDK) e sombreado com tinta Óleo.
A base feita com gesso e pintada com tinta acrilica Vallejo e sombreada com um Wash de tinta Óleo sombra natural. A moldura em madeira clara e uma cupula em Acrilico.
Trabalho finalizado em Junho de 2009.

VENDIDA

13 de julho de 2009

Como usar o Aérografia - Curso de aérografia

Esta página foi preparada para ensinar e familiarizar-se com as técnicas básicas para aérografos. Enquanto que a prática faz a perfeição, qualquer pessoa com coordenação entre "olhos-mãos", poderá utilizar um aérografo, seja ele para uma qualquer finalidade artística, um hobby, trabalhos manuais, cerâmica, decoração, taxidermia, etc. Usando os materiais "de todos os dias" ou preparando máscaras e stencils, até um principiante poderá apreciar o resultado final. A práctica e a imaginação oferecem prazer ilimitado na utilização deste notável instrumento. Foram desenhados para acomodar todos os tipos de tintas solúveis em água, óleos, lacas, vernizes, esmaltes e acrílicos. Tudo o que flua livremente, com uma consistência leitosa, pode ser aplicado através de um aérografo. O tamanho da ponteira do aérografo deve ser escolhida conforme a viscosidade do fluído (quanto mais espesso, maior deverá ser a abertura da ponteira). O padrão de tinta aplicada é determinado pelo diâmetro da ponteira, pela pressão do ar - ou gás - e também pela distância a que se pinta da superfície. Lembre-se, que quanto mais espesso é o fluido, mais pressão é necessária para o atomizar corretamente. Para usufruir intensamente do aérografo, use com máscaras (masks), stencils ou tente "mão-livre" para obter o aspecto desejado; modelismo, pintura decorativa, retoques, o seu nome... Provavelmente encontrará uma série de hipóteses dentro de sua casa. Mantenha sempre o seu aérografo em boas condições de funcionamento, fazendo-lhe uma limpeza regular e uma manutenção e revisão periódica. É importante que siga sempre as instruções do fabricante e verá que fica com um amigo para toda a vida.

Cuidados a ter com um aérografo

Antes de iniciar as lições, leia atentamente as instruções fornecidas com o aérografo.

1. Cuidar do seu aérografo, valerá o esforço e tempo envolvidos. Mantenha o aérografo sempre limpo. Antes de o "pôr de lado", mesmo que seja por um breve espaço de tempo, esvazie-o de qualquer solução, seja ela acrílica ou de esmalte, e passe-o sob água corrente ou solvente. Apesar de todas essas precauções, haverão alturas em que a tinta seca acumulada começará a entupir o aérografo e a alterar a sua performance. Quando isso acontecer, são necessários cuidados especiais, tais como, desmontar a totalidade das peças, limpando-as cuidadosamente. Consulte atentamente as instruções que com ele vem fornecidas, para se assegurar que está a executar todo o processo demontagem/desmontagem corretamente.

Controle do aérografo

2. Existem três movimentos principais que deverão ser coordenados. Este será o primeiro objectivo para um principiante.

a. Segure no aérografo de modo que a ponta dos dedos se apoie no gatilho e o pressione correctamente, para iniciar a saida de ar.

b. Para aérografos de dupla acção: uma ligeira retração, fará sair o fluxo de tinta. Com a practica, irá dominar os movimentos, de modo a que fiquem combinados num só movimento.

c. Para aérografos de acção simples: regular o fluxo de tinta, rodando a ponteira do ajuste de cor.

d. Movimento da mão da direita para a esquerda, etc., (horizontalmente), e de cima para baixo (verticalmente).

Operações com o aérografo

3. A área do spray produzido pelo aérografo, será determinado pela distância entre a ponteira e o trabalho. Para uma área média, mantenha uma distância aproximada de 10 a 15 cm da superfície. Desenhe o tom gradualmente, se aplicar demasiada tinta na superfície, comecará a escorrer e a formar bolhas. Para uma pintura de linha fina, aproxime a ponteirado aérografo cerca de 3,5 a 3 cm da superfície a pintar. Será apenas necessário liberar uma pequena quantidade de tinta para uma pintura de linha mais fina.

11 de julho de 2009

Sera 1/7 Anime Hentai

















Galeria de fotos de figura feminina Hentai SERA escala 1/7 em resina branca. Essa figura Anime é uma das mais linda esculturas feminas nesse estilo. Dediquei muito tempo na montagem e pintura dessa figura... Foram quase 2 anos.!! A demora deve-se a falta de tempo e de inspiração nesse trabalho que foi retomado a apenas 2 meses. Com a finalização dessa figura.

Ficou simplimente linda.

9 de julho de 2009

Aplicação de Decalques


  1. Corte da folha o decalque a ser aplicado no modelo.

  2. Recorte a borda transparente, sem atingir a figura.

  3. Coloque o decalque na água por 10 a 30 segundos. Decalque antigo: adicione duas ou três gotas de vinagre. Decalque amarelado: limpe o vidro de uma janela e prenda a folha de decalque de maneira que o sol a atinja por alguns minutos. A ação do sol elimina as partes amareladas pelo envelhecimento. Caso o decalque não fique suficientemente "branco", repita a operação.

  4. Após retirar da água, deslize (solte) um pouco o decalque para fora do papel.
  5. Coloque o decalque sobre o modelo e remova o papel que está sob a figura.

  6. Posicione o decalque sobre o local adequado no modelo, molhando-o com os dedos.

  7. Pressione levemente o decalque com um pano macio (ou cotonete), rolando o pano delicadamente com o dedo, do centro para as bordas, até eliminar o excesso de água e as bolhas de ar.

  8. No caso de permanecerem bolhas de ar, fure-as com um estilete bem afiado.

  9. Cola branca diluída em água serve para fixar alguma parte do decalque que não aderir com a cola original.

Algumas técnicas podem melhorar muito tanto a aparência quanto a fixação do decalque.

Não esqueça que o decalque só adere adequadamente sobre superfícies polidas. Portanto, se o seu modelo estiver pintado com tinta fosca, aplique antes uma camada de verniz brilhante, cole os decalques, e depois termine o serviço com uma camada de verniz fosco.
Existem produtos, como o Solvaset e Microsol, entre outros, que "amolecem" o decalque, fazendo com que o mesmo se adapte com perfeição às depressões e rugosidades do modelo, dando um acabamento perfeito.




7 de julho de 2009

Como surgio o plastimodelismo?





Plastimodelismo


O início do plastimodelismo está relacionado diretamente com o desenvolvimento de materiais plásticos, principalmente o baquelite, que foi utilizado na confecção de maquetes para uso de instrução militares durante a Segunda Guerra Mundial aos militares, portanto eram produzidos modelos reduzidos de aeronaves, blindados e navios, das forças inimigas, para instrução e assim facilitar uma melhor identificação dos mesmo nos campos de batalha, estes modelos eram fabricados e injetados numa única peça e desprovida de maiores detalhes.
Ao final da Segunda Guerra Mundial acabaram transformando-se em brinquedos para crianças, só que desta vez os mesmo fabricantes que haviam injetado estes modelos, passaram a fazer kits de montagem, divididos em diversas peças (como um quebra-cabeça) surgia aí o Plastimodelismo.
No início os kits eram destinados para o público infanto-juvenil, e se pareciam mais com brinquedos, sendo desprovidos de realismo nos diversos detalhes dos modelos, e muitos eram vendidos com pequenos motores a pilha para fazer movimentar hélices ou veículos andarem.
O público adulto percebeu a magia e o encanto deste hobby fascinante, o qual proporciona logos períodos de relaxamento e distração, além de ser também um trabalho de pesquisa, preservação histórica, e arte. Hoje o plastimodelismo tem vários temas que abrangem em diferentes escalas: aviões, carros, navios, veleiros, militaria, ficção e até onde a criatividade pode chegar.


O Plastimodelismo no Brasil

O hobby foi trazido para o Brasil durante os anos 50, por uma industria do Rio de Janeiro especializada em artefatos plásticos, A. Kikoler, que obteve a representação de algumas marcas americanas como a IMC, MPE dentre outras, mas a que deixou a empresa carioca e o hobby mais conhecido no Brasil foi a marca REVELL.
Durante a década de 60 a importação legal, passou a ser cada vez mais difícil, e fez com que os preços dos modelos importados que tinham uma melhor qualidade que os modelos injetados no Brasil, alcançassem preços astronômicos.
Na década de 80, ocorreu a instalação no Brasil da Tamiya, marca japonesa conhecida mundialmente como uma das maiores fábricas de modelos plásticos. No final da mesma década a A. Kikoler encerrou suas atividades após ter injetado kits de marcas como: Heller, Arfix e Monogram, além é claro dos modelos da Revell que eram injetados no Brasil sob licença do fabricante americano.
Em 1994, a fabrica de brinquedos Estrela passou a comercializar modelos da Revell Alemã no mercado nacional, paralelamente podemos perceber que houve o surgimento de diversas lojas e importadores, os quais especializaram-se no plastimodelismo, sendo que a grande maioria esta no sul do Brasil.
Com a reabertura das importações e o advento da Internet, tornou-se possível adquirir kits, materiais e ferramentas indispensáveis ao hobby, isto nas mais variadas lojas que existem e dedicam-se ao plastimodelismo no Brasil, bem como no exterior, seja através da Internet ou por catálogos de lojas especializadas no hobby.

Como funcionam as escalas?



As escalas funcionam da seguinte forma, a escala 1/720 significa que o kit é 720 vezes menor que o original, ou seja, precisaríamos enfileirar 720 kits de um navio nessa escala para chegarmos ao tamanho do navio real.

Para se entender melhor como funciona vamos analisar uma escala como a 1/32, os fabricantes tem como referência uma pessoa com 1,75 metros, ou seja, 175 cm de altura. Se você dividir 175 por 32 encontra 5,46 ou seja uma pessoa na escala 1/32 fica com cerca de 5,46 cm, dê uma olhada na seção de figuras que você verá uma parte chamada 54mm de chumbo, na verdade é a escala 1/32.

Da mesma forma uma escala como a 1/35 , uma pessoa ficará com 5 cm de altura.

Para os navios que parece ser sua preferência o raciocínio é igual mas os números são maiores, um navio como o porta-aviões Shokaku ( TAM31213) tinha 250 metros de comprimento, converta para cm, são 25000 cm , dividindo pela escala 1/700 , o resultado dá 35,7 ou seja, o kit montado fica com 35,7 cm de comprimento.

Basta você saber o tamanho real do navio que você deseja e saberá o tamanho que ficará em uma determinada escala.

Espero ter te ajudado .


Grande Abraço

Lambert